Ela é uma jovem e talentosa escritora carioca. Louca pelo McFLy Addiction (uma banda de rock) e popular no Twitter, Babi Dewet está lançando seu livro Sábado a noite. Uma FanFic.
Você não sabe o que é uma Fanfic? Entre no sitio dela e confira. Vale a pena acompanhá-la.
Meu desejo de ser escritor nasceu no momento em que quis mostrar para as pessoas o ponto de vista diferente sobre as coisas. Diferente até de mim mesmo.
Um dia acordei e me apaixonei por uma garota. Eu estava na oitava série. Então resolvi escrever uma história dessa paixão. Mas não fui feliz, foi difícil e sem graça. Até que uma professora, Mary de português do Santa Terezinha, nos falou sobre rimas, métricas e poemas. Aquilo despertou minha curiosidade e meu ódio pela dificuldade em entender aquilo.
Ai a paixão pela aquela menina passou. Fui para o colegial e lá descobri um mundo novo e uma forma nova de expressar esses sentimentos, visões ou sei lá o quê. Tive a experiência maravilhosa de conhecer Eliana Roda. Uma excelente professora que nos mostrou o valor da POESIA e não apenas a parte técnica das rimas e métricas.
Resolvi então escrever e como sempre nessa idade me apaixonei por outra garota! E resolvi então que gostaria de ser... escritor. A poesia era fácil, simples. Eu resolvia o texto de maneira rápida, sem ter que mostrar coerência mas mostrando apenas o essencial: O sentimento.
Saí do colegial e continuei escrevendo poemas. Escrevi para namoradinhas da faculdade e para minha namoradona que alguns anos mais tarde se tornou minha esposa e mãe da minha filha. Mas a poesia foi ficando escondida, tapada.
Fiz um exercício de escrever de verdade. Início, meio e fim. Personagens, situações, contos, cronicas. Passei muitas vergonhas escrevendo para pessoas que nunca ví e errando... nossa como eu erro (eu ainda erro muito). Mas deixei a poesia guardada. Ela aflora por vezes quando os sentimentos são mais fortes e se instalam em um e-mail ou nesse blog (podem procurar...).
Mas, assim como cozinhar, errei mas continuei a escrever. Não desisti e não vou desistir do meu sonho de me tornar um escritor.
Vem então uma voz e diz: Mas você já é um escritor. O que eu quero mais? Quero viver dos textos e da imaginação que tenho. Quero mostrar um ponto de vista ou mesmo mostrar coisas que não são meus pontos de vista e são melhores do que isso. A equação não se resolverá apenas publicando um, dois ou três livros ou tendo um blog. Alias essa equação não tem solução pois quando conseguir o que quero será o momento de escrever mais e mais e nunca parar.
Escrevo porque preciso. Hoje ainda é uma necessidade pessoal quase orgânica. E haverá um dia que se tornará necessária pois as pessoas esperam, eu precisarei, eu ganharei para isso. Nesse dia eu reclamarei. Tenho certeza que minhas mãos publicarão ou minha boca falará: "Não queria escrever isso". E nesse dia pode ter certeza que eu vou escrever e serei o homem mais feliz do mundo.
Minha filha, a mulher que amo e o ofício de escrever e viver dele. Esse é meu sonho.
Estou correndo atrás e não vou desistir deles. Alias não costumo desistir dos meus sonhos.
Não dá para mostra as dores que carregamos no peito. Nossas aflições, medos, angustias, frustrações são carregadas conosco e não tem forma, tamanho ou cor que possa ser visualizada, a não ser pelas nossas expressões ou por quem nos conhece muito.
Não dá para mostrar o tamanho de um amor, uma amizade, um carinho. São gestos, ações e apoios que nos fazem saber que estão lá, que existem. Como diz a música “são as provas de amor”. Mas não podemos dar em uma caixa, um objeto que resuma ou signifique o tão grande significa amizade, amor e carinho.
E eu pensava que não era possível dar algo que significasse amizade, carinho e amor.
Só que ele existe. Tem forma, cheiro, barulho e é real.
Que esse carinho seja especial, pois ele veio de um lugar especial e estava esperando por você Fabião.
E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo: – Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu. E Jesus, respondendo, disse-lhe: – Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás. Lucas, cap. V, vs. 5-8.
Era ele que erguia casas Onde antes só havia chão. Como um pássaro sem asas Ele subia com as casas Que lhe brotavam da mão. Mas tudo desconhecia De sua grande missão: Não sabia, por exemplo Que a casa de um homem é um templo Um templo sem religião Como tampouco sabia Que a casa que ele fazia Sendo a sua liberdade Era a sua escravidão.
De fato, como podia Um operário em construção Compreender por que um tijolo Valia mais do que um pão? Tijolos ele empilhava Com pá, cimento e esquadria Quanto ao pão, ele o comia... Mas fosse comer tijolo! E assim o operário ia Com suor e com cimento Erguendo uma casa aqui Adiante um apartamento Além uma igreja, à frente Um quartel e uma prisão: Prisão de que sofreria Não fosse, eventualmente Um operário em construção.
Mas ele desconhecia Esse fato extraordinário: Que o operário faz a coisa E a coisa faz o operário. De forma que, certo dia À mesa, ao cortar o pão O operário foi tomado De uma súbita emoção Ao constatar assombrado Que tudo naquela mesa – Garrafa, prato, facão – Era ele quem os fazia Ele, um humilde operário, Um operário em construção. Olhou em torno: gamela Banco, enxerga, caldeirão Vidro, parede, janela Casa, cidade, nação! Tudo, tudo o que existia Era ele quem o fazia Ele, um humilde operário Um operário que sabia Exercer a profissão.
Ah, homens de pensamento Não sabereis nunca o quanto Aquele humilde operário Soube naquele momento! Naquela casa vazia Que ele mesmo levantara Um mundo novo nascia De que sequer suspeitava. O operário emocionado Olhou sua própria mão Sua rude mão de operário De operário em construção E olhando bem para ela Teve um segundo a impressão De que não havia no mundo Coisa que fosse mais bela.
Foi dentro da compreensão Desse instante solitário Que, tal sua construção Cresceu também o operário. Cresceu em alto e profundo Em largo e no coração E como tudo que cresce Ele não cresceu em vão Pois além do que sabia – Exercer a profissão – O operário adquiriu Uma nova dimensão: A dimensão da poesia.
E um fato novo se viu Que a todos admirava: O que o operário dizia Outro operário escutava.
E foi assim que o operário Do edifício em construção Que sempre dizia sim Começou a dizer não. E aprendeu a notar coisas A que não dava atenção:
Notou que sua marmita Era o prato do patrão Que sua cerveja preta Era o uísque do patrão Que seu macacão de zuarte Era o terno do patrão Que o casebre onde morava Era a mansão do patrão Que seus dois pés andarilhos Eram as rodas do patrão Que a dureza do seu dia Era a noite do patrão Que sua imensa fadiga Era amiga do patrão.
E o operário disse: Não! E o operário fez-se forte Na sua resolução.
Como era de se esperar As bocas da delação Começaram a dizer coisas Aos ouvidos do patrão. Mas o patrão não queria Nenhuma preocupação – "Convençam-no" do contrário – Disse ele sobre o operário E ao dizer isso sorria.
Dia seguinte, o operário Ao sair da construção Viu-se súbito cercado Dos homens da delação E sofreu, por destinado Sua primeira agressão. Teve seu rosto cuspido Teve seu braço quebrado Mas quando foi perguntado O operário disse: Não!
Em vão sofrera o operário Sua primeira agressão Muitas outras se seguiram Muitas outras seguirão. Porém, por imprescindível Ao edifício em construção Seu trabalho prosseguia E todo o seu sofrimento Misturava-se ao cimento Da construção que crescia.
Sentindo que a violência Não dobraria o operário Um dia tentou o patrão Dobrá-lo de modo vário. De sorte que o foi levando Ao alto da construção E num momento de tempo Mostrou-lhe toda a região E apontando-a ao operário Fez-lhe esta declaração: – Dar-te-ei todo esse poder E a sua satisfação Porque a mim me foi entregue E dou-o a quem bem quiser. Dou-te tempo de lazer Dou-te tempo de mulher. Portanto, tudo o que vês Será teu se me adorares E, ainda mais, se abandonares O que te faz dizer não.
Disse, e fitou o operário Que olhava e que refletia Mas o que via o operário O patrão nunca veria. O operário via as casas E dentro das estruturas Via coisas, objetos Produtos, manufaturas. Via tudo o que fazia O lucro do seu patrão E em cada coisa que via Misteriosamente havia A marca de sua mão. E o operário disse: Não!
– Loucura! – gritou o patrão Não vês o que te dou eu? – Mentira! – disse o operário Não podes dar-me o que é meu.
E um grande silêncio fez-se Dentro do seu coração Um silêncio de martírios Um silêncio de prisão. Um silêncio povoado De pedidos de perdão Um silêncio apavorado Com o medo em solidão.
Um silêncio de torturas E gritos de maldição Um silêncio de fraturas A se arrastarem no chão. E o operário ouviu a voz De todos os seus irmãos Os seus irmãos que morreram Por outros que viverão. Uma esperança sincera Cresceu no seu coração E dentro da tarde mansa Agigantou-se a razão De um homem pobre e esquecido Razão porém que fizera Em operário construído O operário em construção.
Andando hoje no trem da CPTM que liga Osasco ao Grajau na marginal Pinheiros pensei: Porque a cidade de São Paulo é tão maltratada e suja. É tão dificil fazer com que as pessoas não joguem lixo nas ruas?
Sim... é dificil. Se fosse fácil alguém já teria feito. Entendo também que a cidade é enorme e são muitas pessoas andando e se uma em cada 10 deixar um papel cair no chão, acidentalmente, já é papel pra caramba!
Mas como minimizar isso? Será que é tão dificil abaixarmos e pegarmos um papel, um copo plástico, jogar a bituca de cigarro em um lixo. As ruas são nossas não são de uma entidade chamada Prefeitura. A prefeitura nem existe para essas coisas.
Quem tem uma idéia, quem me apoia em uma campanha: Vamos deixar São Paulo limpa?
A idéia é simples: Não vamos jogar lixo no chão. Vamos recolher pequenos papeis e plasticos quando encontrarmos. É nossa obrigação cuidar dessas ruas.
There are places I remember all my life, Though some have changed, Some forever, not for better, Some have gone and some remain.
All these places had their moments With lovers and friends I still can recall. Some are dead and some are living. In my life I've loved them all.
But of all these friends and lovers, There is no one compares with you, And these memories lose their meaning When I think of love as something new.
Though I know I'll never lose affection For people and things that went before, I know I'll often stop and think about them, In my life I'll love you more.
Though I know I'll never lose affection For people and things that went before, I know I'll often stop and think about them, In my life I'll love you more. In my life I'll love you more.
Pode parecer piada ou uma brincadeira de mal gosto. Pode parecer um protesto grutural ou um grupo de malucos. Mas não... é uma gesto proposital e que faz sentido.
Na verdade não é uma questão de chamar a atenção. Vocês poderão ler na reportagem que trata-se de um movimento possibilitar formas de comunicação de pacientes que perderam a voz em uma operação chamada laringectomia total. Eles são apoiados pelo Hospital do Câncer de Barretos e o nome do grupo nada mais sugestivo do que: "PAPO FURADO".
Sensacional! Alguns artistas deviam ouvir e se calar.
O sujeito finalmente conseguiu realizar o seu sonho de comprar um Audi A4 1.8T, automático e conversível. Então, numa bela tarde, se mandou para uma auto-estrada para testar toda a capacidade da 'belezura'.
Capota abaixada, o vento na cara, o cabelo voando, resolveu ir fundo! Quando o ponteiro estava chegando nos 120, ele viu que um carro da Polícia Rodoviária o perseguia com a sirene a mil e as luzes piscando. 'Ah, mas não vão alcançar este Audi de jeito nenhum', pensou ele, e atolou o pé no acelerador. O ponteiro marcou 140, 160, 200... e a patrulha atrás.
'Que loucura', ele pensou e, então, resolveu encostar.
O guarda veio, pediu os documentos, examinou o carro e disse: - 'Eu tive um dia muito duro e já passou do horário do meu turno. Se me der uma boa desculpa, que eu nunca tenha ouvido, para dirigir desta maneira, deixo você ir embora'.
E o sujeito emendou:
'Na semana passada, minha mulher fugiu com um policial rodoviário e eu tive medo de que fosse ele querendo devolvê-la.
Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu gerente, no qual estava escrito: PORRA. No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: FODA-SE.
Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse: - Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu era simplificado e o significado de PORRA é 'Por ObséquioRemeter Relatório Atrasado'.
O funcionário argumentou:
- Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa: 'Foi Ontem Despachado,Amanhã Será Entregue'.