Os dias de um caminho
   
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CASA NOVA


AMIGOS,

ESTOU DE CASA NOVA PARA O BLOG: 

ACESSE AGORA-> http://heribertbastos.blogspot.com/

Essas páginas permanecerão aqui como histórico.



Escrito por H.Bastos às 23h29
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Babi Dewet

Sabado a noite...

 

Ela é uma jovem e talentosa escritora carioca. Louca pelo McFLy Addiction (uma banda de rock) e popular no Twitter, Babi Dewet está lançando seu livro Sábado a noite. Uma FanFic. 

Você não sabe o que é uma Fanfic? Entre no sitio dela e confira.  Vale a pena acompanhá-la.

Abraços



Escrito por H.Bastos às 23h28
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Histórias

Vontade de contar mais uma história...

 

Meu desejo de ser escritor nasceu no momento em que quis mostrar para as pessoas o ponto de vista diferente sobre as coisas. Diferente até de mim mesmo.

Um dia acordei e me apaixonei por uma garota. Eu estava na oitava série. Então resolvi escrever uma história dessa paixão. Mas não fui feliz, foi difícil e sem graça. Até que uma professora, Mary de português do Santa Terezinha, nos falou sobre rimas, métricas e poemas. Aquilo despertou minha curiosidade e meu ódio pela dificuldade em entender aquilo.

Ai a paixão pela aquela menina passou. Fui para o colegial e lá descobri um mundo novo e uma forma nova de expressar esses sentimentos, visões ou sei lá o quê. Tive a experiência maravilhosa de conhecer Eliana Roda. Uma excelente professora que nos mostrou o valor da POESIA e não apenas a parte técnica das rimas e métricas.

Resolvi então escrever e como sempre nessa idade me apaixonei por outra garota! E resolvi então que gostaria de ser... escritor. A poesia era fácil, simples. Eu resolvia o texto de maneira rápida, sem ter que mostrar coerência mas mostrando apenas o essencial: O sentimento.

Saí do colegial e continuei escrevendo poemas. Escrevi para namoradinhas da faculdade e para minha namoradona que alguns anos mais tarde se tornou minha esposa e mãe da minha filha. Mas a poesia foi ficando escondida, tapada. 

Fiz um exercício de escrever de verdade. Início, meio e fim. Personagens, situações, contos, cronicas. Passei muitas vergonhas escrevendo para pessoas que nunca ví e errando... nossa como eu erro (eu ainda erro muito). Mas deixei a poesia guardada. Ela aflora por vezes quando os sentimentos são mais fortes e se instalam em um e-mail ou nesse blog (podem procurar...). 

Mas, assim como cozinhar, errei mas continuei a escrever. Não desisti e não vou desistir do meu sonho de me tornar um escritor. 

Vem então uma voz e diz: Mas você já é um escritor. O que eu quero mais? Quero viver dos textos e da imaginação que tenho. Quero mostrar um ponto de vista ou mesmo mostrar coisas que não são meus pontos de vista e são melhores do que isso. A equação não se resolverá apenas publicando um, dois ou três livros ou tendo um blog. Alias essa equação não tem solução pois quando conseguir o que quero será o momento de escrever mais e mais e nunca parar.

Escrevo porque preciso. Hoje ainda é uma necessidade pessoal quase orgânica. E haverá um dia que se tornará necessária pois as pessoas esperam, eu precisarei, eu ganharei para isso. Nesse dia eu reclamarei. Tenho certeza que minhas mãos publicarão ou minha boca falará: "Não queria escrever isso". E nesse dia pode ter certeza que eu vou escrever e serei o homem mais feliz do mundo. 

Minha filha, a mulher que amo e o ofício de escrever e viver dele. Esse é meu sonho. 

Estou correndo atrás e não vou desistir deles. Alias não costumo desistir dos meus sonhos.

 

E você? Quais são os seus?

 

 

 

 



Escrito por H.Bastos às 22h16
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Caetano

Uma versão e uma histórinha...

Nesse video Caetano canta As Curvas Da Estrada De Santos e conta uma história interessante:

 

 



Escrito por H.Bastos às 00h14
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As Curvas da Estrada de Santos

Roberto Carlos...

Essa música é ótima! Acho que é uma das poucas que gosto do Roberto Carlos. E a interpretação da Elis é sensacional.

 

 

 



Escrito por H.Bastos às 00h08
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Teodoro

Um amor real...

 

Não dá para mostra as dores que carregamos no peito. Nossas aflições, medos, angustias, frustrações são carregadas conosco e não tem forma, tamanho ou cor que possa ser visualizada, a não ser pelas nossas expressões ou por quem nos conhece muito.

 

Não dá para mostrar o tamanho de um amor, uma amizade, um carinho. São gestos, ações e apoios que nos fazem saber que estão lá, que existem. Como diz a música “são as provas de amor”.  Mas não podemos dar em uma caixa, um objeto que resuma ou signifique o tão grande significa amizade, amor e carinho.

 

E eu pensava que não era possível dar algo que significasse amizade, carinho e amor.

Só que ele existe. Tem forma, cheiro, barulho e é real.

 

 

Que esse carinho seja especial, pois ele veio de um lugar especial e estava esperando por você Fabião.

"Cuide bem do seu amor... seja quem ele for"

 



Escrito por H.Bastos às 10h50
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Grandes mudanças

Um pouco de mudança...

 

http://mnmlist.com/small-changes/

 

Alias recomendo navegar pelo sitio. Vale muito a pena!

 



Escrito por H.Bastos às 15h04
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O operário em construção

 

E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:
– Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
– Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.


Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.

De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.

Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão – 
Era ele quem os fazia 
Ele, um humilde operário, 
Um operário em construção. 
Olhou em torno: gamela 
Banco, enxerga, caldeirão 
Vidro, parede, janela 
Casa, cidade, nação! 
Tudo, tudo o que existia 
Era ele quem o fazia 
Ele, um humilde operário 
Um operário que sabia 
Exercer a profissão.

Ah, homens de pensamento 
Não sabereis nunca o quanto 
Aquele humilde operário 
Soube naquele momento! 
Naquela casa vazia 
Que ele mesmo levantara 
Um mundo novo nascia 
De que sequer suspeitava. 
O operário emocionado 
Olhou sua própria mão 
Sua rude mão de operário 
De operário em construção 
E olhando bem para ela 
Teve um segundo a impressão 
De que não havia no mundo 
Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.

E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.

E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:

Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.

Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.

Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!

Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.

Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.

Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!

– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.

E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.

Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.



Categoria: Citação
Escrito por H.Bastos às 12h00
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Por uma cidade mais limpa

São Paulo pode ser mais limpa...

Andando hoje no trem da CPTM que liga Osasco ao Grajau na marginal Pinheiros pensei: Porque a cidade de São Paulo é tão maltratada e suja. É tão dificil fazer com que as pessoas não joguem lixo nas ruas?

Sim... é dificil. Se fosse fácil alguém já teria feito. Entendo também que a cidade é enorme e são muitas pessoas andando e se uma em cada 10 deixar um papel cair no chão, acidentalmente, já é papel pra caramba!

Mas como minimizar isso? Será que é tão dificil abaixarmos e pegarmos um papel, um copo plástico, jogar a bituca de cigarro em um lixo. As ruas são nossas não são de uma entidade chamada Prefeitura. A prefeitura nem existe para essas coisas.

Quem tem uma idéia, quem me apoia em uma campanha: Vamos deixar São Paulo limpa?

A idéia é simples: Não vamos jogar lixo no chão. Vamos recolher pequenos papeis e plasticos quando encontrarmos. É nossa obrigação cuidar dessas ruas.

Será que consigo iniciar essa campanha sozinho?



Escrito por H.Bastos às 09h39
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Onde vamos parar... ou melhor como vamos sair...

Onde vamos parar... ou melhor como vamos sair...

 

Estacionamento na vila Olimpia as 12:00...

 



Escrito por H.Bastos às 15h06
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In My Life...

 

In My Life

The Beatles

Composição: John Lennon e Paul Mc Cartney

There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.

All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.

But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
In my life I'll love you more.

 



Escrito por H.Bastos às 21h51
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Pesca na rua...

A foto ficou muito grande... vou editá-la e colocar novamente. Obrigado

 

Na esquina da rua Frei Caneca com a rua Antônia de Queiroz um homem pesca enquanto uma boca de lobo não dá conta do recado.

 



Escrito por H.Bastos às 21h20
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Agradecimento...

Na quinta-feira aconteceu um evento especial para mim. O lançamento do livro "O Jovem Aprendiz".

Obrigado a todos os meus amigos e familiares que compareceram.

Vocês são muito especiais.

Obrigado



Escrito por H.Bastos às 23h17
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Procurem o filme...

 

Procurem o filme do livro. Mas leiam antes!

 



Escrito por H.Bastos às 01h25
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Uma outra leitura...


Acabei de ler "Os homens que não amavam as mulheres" de Stieg Larson. O autor, Sueco, tem uma ótima pegada e tem personagens cativantes e amáveis. 

Lisbeth Salander é a anti heroina punk, hacker, animal. 

Recomendo a todos que leiam!

 



Escrito por H.Bastos às 01h11
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O Primeiro Livro... 

 



Escrito por H.Bastos às 19h32
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Boa noite...

 

Boa noite eu digo a rua

Que sozinha e fria nada me responde.

 

Tudo está só, mas meu boa noite cruza as estradas

Chega além do que posso ver

Isso me encanta.

Só isso me acalma...

 

Além de tudo que vejo te dou boa noite.

E você recebe minha energia, meu gesto.

Acho mesmo que você não vê, não sente

Nunca repara que pelos satélites que correm soltos pelo céu

Corre junto meu... boa noite.

Ontem você não percebeu, mas eu falei.

Sempre que você se sente só... sinta meu beijo e meu boa noite.

 

Você não me vê, não me escuta, não me encontra atrás da porta.

Mas meu boa noite chega no beijo tranquilo da noite em uma brisa leve.

 

Boa noite minha amada.



Escrito por H.Bastos às 22h26
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O som do silêncio...

Pode parecer piada ou uma brincadeira de mal gosto. Pode parecer um protesto grutural ou um grupo de malucos. Mas não... é uma gesto proposital e que faz sentido.

Pacientes que perderam a voz criam coral inusitado

Na verdade não é uma questão de chamar a atenção. Vocês poderão ler na reportagem que trata-se de um movimento possibilitar formas de comunicação de pacientes que perderam a voz em uma operação chamada laringectomia total. Eles são apoiados pelo Hospital do Câncer de Barretos e o nome do grupo nada mais sugestivo do que: "PAPO FURADO".

 

Sensacional! Alguns artistas deviam ouvir e se calar.




Escrito por H.Bastos às 18h33
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Uma boa desculpa...

O sujeito finalmente conseguiu realizar o seu sonho de comprar um Audi A4 1.8T, automático e conversível. Então, numa bela tarde, se mandou para uma auto-estrada para testar toda a capacidade da 'belezura'. 

Capota abaixada, o vento na cara, o cabelo voando, resolveu ir fundo! Quando o ponteiro estava chegando nos 120, ele viu que um carro da Polícia Rodoviária o perseguia com a sirene a mil e as luzes piscando. 'Ah, mas não vão alcançar este Audi de jeito nenhum', pensou ele, e atolou o pé no acelerador. O ponteiro marcou 140, 160, 200... e a patrulha atrás. 

'Que loucura', ele pensou e, então, resolveu encostar. 

O guarda veio, pediu os documentos, examinou o carro e disse: - 'Eu tive um dia muito duro e já passou do horário do meu turno. Se me der uma boa desculpa, que eu nunca tenha ouvido, para dirigir desta maneira, deixo você ir embora'. 

E o sujeito emendou: 

'Na semana passada, minha mulher fugiu com um policial rodoviário e eu tive medo de que fosse ele querendo devolvê-la. 

- 'Boa noite' - disse o guarda.



Escrito por H.Bastos às 17h19
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Códigos...


Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu gerente, no qual estava escrito: PORRA. 
No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: FODA-SE. 

Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse: 
- Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu era simplificado e o significado de PORRA é '
Por ObséquioRemeter Relatório Atrasado'. 

O funcionário argumentou: 

- Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa: '
Foi Ontem Despachado,Amanhã Será Entregue'. 



Escrito por H.Bastos às 19h19
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